Renting e leasing de servidores
A infraestrutura é o investimento em IT com o ticket mais alto e o ciclo mais longo. É também aquele em que a compra a pronto dói mais na tesouraria, e aquele em que o financiamento é mais fácil de aprovar, porque o equipamento tem valor e vida útil reconhecidos.
- 60 meses de prazo possível
- Hardware + software no mesmo contrato
- 0 € de investimento inicial
O que se pode financiar
Ao contrário do que se pensa, o contrato não se limita ao ferro. Licenciamento de virtualização, subscrições plurianuais, serviços de migração e instalação podem entrar na mesma operação, desde que exista uma componente de hardware que sustente a proporção exigida pela financiadora.
Esse limite varia, e é exatamente por variar que compensa comparar. Um projeto com muito software e pouco hardware é aprovado por umas financiadoras e recusado por outras.
- Servidores torre, rack e blade
- Armazenamento SAN e NAS, e soluções hiperconvergentes
- Licenciamento de virtualização e sistemas operativos
- UPS, bastidores, climatização e cablagem
- Serviços de migração, instalação e configuração
Renting ou leasing na infraestrutura
Aqui a escolha entre renting e locação financeira é menos óbvia do que nos portáteis. Um servidor com cinco anos ainda serve muitas empresas, e nesse caso a locação financeira com opção de compra permite ficar com o equipamento por um valor residual e continuar a usá-lo mais dois ou três anos sem renda nenhuma.
Se, pelo contrário, a política é renovar a infraestrutura ao fim de cinco anos, o renting operacional sai mais barato e resolve a saída do equipamento antigo. Nos cenários que enviamos apresentamos sempre as duas hipóteses com o custo total de cada uma.
Sale & leaseback de infraestrutura existente
Se a empresa comprou infraestrutura recentemente e precisa de libertar tesouraria, existe a hipótese de vender esse equipamento à financiadora e passar a pagar uma renda por ele. O equipamento não sai das instalações e a empresa recebe o valor de mercado em caixa. É uma operação pouco divulgada e das mais úteis em anos de aperto.
Investimento típico
| Configuração | Composição | Investimento |
|---|---|---|
| Servidor único PME | Torre/rack, RAID, UPS, licenciamento base | 7 500 € |
| Cluster de virtualização | Dois nós, armazenamento partilhado, licenças | 32 000 € |
| Hiperconvergência | Três nós, switching dedicado, migração | 68 000 € |
Perguntas frequentes
Posso incluir as licenças da VMware ou da Microsoft?
Normalmente sim, desde que acompanhadas de hardware na mesma operação. A proporção aceite de software face a hardware varia entre financiadoras, e é uma das coisas que verificamos antes de submeter.
E se o projeto se atrasar na entrega?
É comum na infraestrutura, e resolve-se com pagamentos faseados ao fornecedor: a financiadora liquida por fases e o contrato só arranca com o auto de entrega final. Convém acordar isto no início, não a meio.
Faz sentido financiar infraestrutura se estamos a ir para a cloud?
Faz, se a migração for gradual, e é quase sempre. Um prazo de 36 meses acompanha a transição sem prender a empresa a cinco anos de equipamento que vai deixar de usar. É o caso típico em que o prazo mais curto compensa a renda mais alta.
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